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Região do Ipiranga está sem
Cata-Bagulho há três meses


A Operação Cata-Bagulho é um serviço prestado pelas subprefeituras, que tem como finalidade recolher objetos inutilizados como madeiras, metais, aparelhos, móveis e pneus velhos disponibilizados pelos moradores em frente às suas casas no dia da coleta. Esse é um serviço que ocorria a cada quinze dias, entretanto, a região do Ipiranga está sem essa ação há mais de três meses.

Desde fevereiro, foram realizadas treze operações durante o ano na região, duas vezes ao mês, tendo recolhido 271 toneladas de material inservível. Porém, a última operação aconteceu no dia 15 de agosto. Desde então, esses objetos começaram a se acumular pelas ruas dos bairros. Na Vila Moraes, há móveis despejados nas esquinas das ruas Simão Lopes com João Correa de Brito e Paulo de Moraes com a dos Operários há mais de uma semana.

A sub Ipiranga não informou o motivo da interrupção, mas prometeu retomar a operação neste sábado, 28, nos bairros de V. Independência, São João Clímaco,Jd. Seckler,V. Cristália e Jd. Patente. Por outro lado, o órgão afirma ter realizado, no início do mês, um mutirão de limpeza contra as enchentes, tendo recolhido 838 toneladas de entulho (que não é recolhido no cata-bagulho) e outros materiais em dez ruas do Ipiranga e do Heliópolis, durante uma semana.

É importante lembrar que cabe à população fazer sua parte, evitando descartar esses materiais em lugares irregulares, pois é crime. Desde o último mês, a Guarda Civil Metropolitana foi destacada para fiscalizar esse tipo de infração. Se precisar se livrar desses materiais, o munícipe deve procurar o Ecoponto mais próximo. No Ipiranga são dois: nas Ruas Santa Cruz, 1452, V. Clementino, Tereza Cristina, 12, V. Monumento.


Moradores continuam assustados com onda de assaltos


Há quatro meses, moradores da Rua Desembargador Júlio Guimarães, na Vila das Mercês, têm ido às reuniões do Conseg para pedir mais atenção da polícia àquela via, que segundo eles, continua ocorrendo assalto todos os dias, praticados por pessoas de moto e a pé. “Não tem hora para acontecer”, diz uma moradora. Outro, reclama da quantidade de policiais multando no trânsito, em vez de dar segurança.
O capitão Pardubsky, da 3ª Cia da PM, afirmou ao Logradouros Jornal que apesar das reivindicações, ele tem que destacar o policiamento onde há mais ocorrências registradas. No último mês, de acordo com as estatísticas do Infocrim, houve apenas um registro de roubo de veículo nessa rua. Mesmo assim, o PM afirma que, quando é possível, a polícia dá atenção. “A demanda é grande e temos apenas quatro viaturas. Quando não estão em ocorrência, existem algumas ruas para fazer a ronda, e essa é uma delas”, afirma, sem revelar o efetivo, que é dividido em policiamento, ronda escolar e trânsito, que segundo ele, é necessário.


 

 

 

 
 
 
 

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